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José Nêumanne 08/12/2017, 10h49 Para não cumprir penas a que foi e será condenado Lula põe a culpa pela crise em juízes, promotores e policiais

Na Baixada Fluminense, Lula tenta por nos cidadãos a venda que usa para não enxergar seus crimes Foto: Antonio Lacerda/EFE

Ao acusar a Lava Jato de ser a responsável pela falência do Rio de Janeiro e a penúria do cidadão fluminense em discurso no Comperj, refinaria da Petrobrás cujos cofres foram devastados no desgoverno dele e no de seu poste Dilma, o multirréu Luiz Inácio Lula da Silva está criando uma nova jurisprudência no direito internacional: se o réu está encalacrado ele pode culpar o juiz, promotores e policiais que o condenam pelo crime que ele cometeu e assim sair inocente do processo. Ou seja, a culpa pelo crime não é do criminoso, mas da lei e da justiça. O cinismo dele atingiu o cúmulo, superando o ex-governador Sérgio Cabral, do PMDB, ao qual o PT se associou para produzir a desgraça geral: patrocinaram a falência do Estado e a penúria do cidadão fluminense, culpou os agentes da lei e ele correu pra galera. Eles não têm limites mesmo.

(Comentário no Jornal da Gazeta da Rádio Gazeta – FM 107,3 – na sexta-feira 8 de dezembro de 2017, às 7h30m)

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Abaixo, a degravação da íntegra do comentário

Eldorado 8 de dezembro de 2017 Sexta-feira

Em caravana há três dias pelo Espírito Santo e o Rio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ontem que a Operação Lava Jato teria ajudado a quebrar o Rio de Janeiro. Até que ponto ela pode ter razão, por mínima que seja?

“A Lava Jato não pode fazer o que está fazendo com o Rio. É preciso fazer uma distinção: se um empresário errou, prende o empresário. Mas não precisa quebrar a empresa,  porque quem paga o pato é o trabalhador, que é inocente”, afirmou o petista. “Por causa de meia dúzia que eles dizem que roubou, e que ainda não provaram, não podem causar o prejuízo que estão causando à Petrobras”, completou, em um ato em Maricá, cidade praiana a 60 quilômetros da capital fluminense governada pelo PT.

“Eu nunca na minha vida vi o Rio tão pobre, infeliz, quase na falência. O governador não tem 1% de aprovação, o outro governador está preso, o outro também, a governadora também, o presidente da assembleia também. A política está em processo de destruição no País e o Rio é a grande vítima disso”, continuou, referindo-se ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), aos ex-governadores Sérgio Cabral  (PMDB), Anthony Garotinho  (PR) e Rosinha Garotinho (PR) e ao presidente afastado da Alerj Jorge Picciani (PMDB).

O multirréu Luiz Inácio Lula da Silva está criando uma nova jurisprudência no direito internacional. Se o réu está encalacrado ele pode culpar o juiz, promotores e policiais que o condenam pelo crime que ele cometeu e assim sair inocente do processo. Ou seja, a culpa pelo crime não é do criminoso, mas da lei e da justiça. O cinismo dele atingiu o cúmulo. Patrocinou a falência do Rio e a penúria do cidadão fluminense, culpou os agentes da lei e correu pros braços da galera. Não tem limites mesmo.

Julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre poder das assembléias de livrarem seus membros foi suspenso em suspense com 5 votos a 4 no placar provisório, faltando 1 para fixar maioria com 2 para votar. Será que a cúpula do Judiciário não se entende sobre nada?

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, suspendeu nesta quinta-feira (7) o julgamento de três ações diretas de inconstitucionalidade que questionam a imunidade conferida a deputados estaduais pelas Constituições do Rio de Janeiro, do Mato Grosso e do Rio Grande do Norte. Cármen decidiu aguardar o retorno dos ministros Ricardo Lewandowski (que está de licença médica) e Luís Roberto Barroso (que cumpre agenda no exterior), para concluir a análise do tema.

SONORA 0812 LUCIA

Não há previsão de quando o julgamento vai ser concluído, mas a volta do ministro Barroso está prevista para a semana que vem – a presidente do Supremo quer aguardar os dois. A discussão sobre a imunidade de deputados estaduais dividiu o plenário do Supremo: cinco ministros (Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Cármen) votaram contra a possibilidade de as assembleias revogarem prisões contra deputados estaduais, enquanto outros quatro integrantes da Corte (Marco Aurélio Mello, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Celso de Mello) se posicionaram a favor dessa possibilidade.

SONORA 0812 MELO

O Judiciário atingiu um tal grau de politicagem e espírito serviçal aos políticos de plantão, que aprovaram seus membros para o auge da carreira que nem se pode mais falar em tribunal, mas na soma de 11 ministros que agem cada um de acordo com suas idéias, interesses e ambições. É a zorra total e isso faz um mal imenso à democracia. O STF deixou de ser inútil para atrapalhar a democracia agindo em nome da justiça e da lei.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, decretou a quebra de sigilo fiscal e bancário do senador Aécio Neves (PSDB). Isso quer dizer que os tucanos deixaram de ser imunes à lei?

O período alcançado pela medida vai de 1ª janeiro de 2014 até 18 de maio deste ano, ‘a fim de rastrear a origem e o destino dos recursos supostamente ilícitos. A cautelar abarca, inclusive, os meses que antecederam a eleição presidencial daquele ano em que o tucano foi derrotado por Dilma Roussef (PT).

A quebra de sigilo, requerida pela procuradora-geral, Raquel Dodge, se estende a outros investigados na Operação Patmos – suposta propina de R$ 2 milhões da JBS para o senador. São alvos da cautelar a irmã e o primo do tucano, Andrea Neves e Frederico Pacheco, o ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza, e as empresas Tapera e ENM Auditoria e Consultoria.

Ao pedir a quebra de sigilo bancário e fiscal do tucano, Raquel mencionou que o presidente da J&F Investimentos S.A., Joesley Batista, e Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais, ‘descreveram relação espúria entre o grupo empresarial e o senador da República Aécio Neves da Cunha, reportando-se ao pagamento de propina, no valor de R$ 60 milhões, em 2014, realizada por meio da apresentação de notas fiscais frias a diversas empresas indicadas pelo parlamentar’. De acordo com Saud e Joesley, os valores serviam para a suposta compra de partidos que apoiariam o tucano nas eleições daquele ano. Raquel ressaltou ainda ‘a utilização, pelo parlamentar, do mandato para atender a interesses do grupo, indicando, como exemplo, a liberação de créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS de pessoas jurídicas da J&F Investimento.

A procuradora-geral ainda voltou a mencionar as supostas propinas de R$ 2 milhões da JBS, alvo da Operação Patmos ao embasar o pedido de quebra de sigilo. Na mesma decisão, Marco Aurélio ainda negou a quebra de sigilo do filho do senador Zeze Perrella (PMDB), Gustavo Henrique Perrela Amaral Costa e do contador Euler Nogueira Mendes. O criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende o senador Aécio Neves, disse que a medida tomada pelo ministro Marco Aurélio Mello ‘é absolutamente normal na fase de inquérito’. Mello também tirou da prisão domiciliar e a tornozeleira eletrônica de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves(PSDB-MG). A decisão alcança o primo do tucano Frederico Pacheco, o Fred, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

O elogio de Torón ao ministro demonstra claramente que pode haver acordo entre este e a defesa. Sou capaz de apostar que nada de delituoso será encontrado nas contas de Aécio. Se eu ganhar esta aposta chegaremos à triste conclusão de que não se pode mais esperar justiça do STF.

Como fica Sérgio Cabral depois que o ex-amigo e assessor que se diz seu operador fez delação premiada e o entregou ao juiz?

Interrogado na 7ª Vara Federal Criminal, como delator, o principal operador do suposto esquema de corrupção chefiado pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral Filho (PMDB), Carlos Miranda, confirmou que empresas contratadas pelo Estado pagavam 5% por contrato à organização criminosa do peemedebista. Ele também confirmou a afirmação do empresário Fernando Cavendish, da Delta Construções, de que abateu o valor de um anel comprado para a ex-primeira dama do Estado, Adriana Ancelmo – cerca de R$ 800 mil – de propina repassada a Cabral.

“Fernando Cavendish me informou que tinha esse gasto para ser descontado desta propina e eu fiz a contabilidade desse valor”, disse o novo delator ao juiz Marcelo Bretas. Miranda fechou delação com o Ministério Público Federal (MPF), homologada pelo Supremo Tribunal Federa (STF). A informação foi divulgada pela defesa do próprio delator durante o depoimento.

Sérgio Cabral já atingiu o ápice da falta de decoro em seus depoimentos a Marcelo Brêtas. Isso, contudo, não adianta. O tal do Miranda pôs por terra todas as suas alegações. E em Maricá Lula mostrou que ele é um cínico aprendiz, que convence ainda menos do que o petista multirréu.

O governo já comprometeu R$ 43,2 bilhões nos próximos anos para aprovar a reforma da Previdência, mas o esforço ainda não favorece a contabilidade de votos do Planalto. Até agora, só o PMDB e o PTB decidiram obrigar seus deputados a apoiar a proposta. E agora?

Partidos com ministérios, como o PSD – de Henrique Meirelles e Gilberto Kassab – além do DEM, ainda não tomaram essa decisão. O PP, que comanda Saúde, Cidades e Agricultura não obrigará o voto a favor, mas disse que vai garantir 90% de votos favoráveis da bancada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou nesta quinta-feira, 7, a investidores que, caso a votação não se viabilize antes das eleições do ano que vem, confia na aprovação em 2019, segundo apurou o Estadão/Broadcast. A indicação de Maia foi interpretada como uma forma de preparar o mercado para uma eventual frustração da aprovação do projeto ainda no governo Michel Temer.

O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), anunciou nesta quinta-feira que a votação foi marcada para dia 18.

Eunício também presidirá sessão extraordinária do Senado para garantir aprovação de uma série de projetos que foram negociados como barganha pela reforma, entre eles renegociações de débitos tributários de micro e pequenas empresas e do setor rural, além da compensação de R$ 1,9 bilhão a Estados e municípios por conta de desonerações de ICMS nas exportações. No total, já foram comprometidos R$ 43,2 bilhões.

Há quem diga no governo que Temer cedeu antes da hora, colocando o ajuste fiscal em risco. A preocupação da equipe econômica é que o aumento das despesas, principalmente em 2018, comprometa o teto de gastos, que limita o avanço das despesas à inflação.

Além disso, renúncias de receitas podem deixar o governo sem margem de manobra para cumprir a meta fiscal em caso de qualquer frustração nas receitas. O certo é que a reforma está desmilinguindo e fica cada vez mais evidente que vai sobrar tudo para o presidente eleito em 2018 conseguir fazer aprovar no Congresso renovado uma reforma que de fato evite o desmoronamento total das contas públicas.

Segundo Lauro Jardim, no Globol, “as negociações da Oi fervem. O que está acontecendo que não tenha sido previsto ainda?

O colega publicou que não foi tranquila a reunião entre credores e Eurico Teles, o CEO que assumiu a negociação da recuperação judicial da empresa após seu antecessor, Marco Schroeder, ter se demitido acusando pressões dos acionistas. Os bondholders Aurelius e o G3 não aceitaram a proposta de Teles, que quer seguir o plano anterior do conselho de administração, com algumas concessões. Pela conta dos credores, uma diluição de 60 a 70%.

O Aurelius e G3 não topam a proposta. Pede ao seu amigo para tentar ligar para esses Aurelius e G3 e tentar saber o que está acontecendo e quem são os advogados desses credores

E La nave va, meus amigos. Temos de ficar alertas e prometo que não vou deixar essa gente avançar sobre nossa economia. Estarei sempre alerta.

SONORA Cambalache Carlos Gardel

R$ 60.000.000,00 = 1.200 Casas Populares
Linhas existentes - 335 km
Linhas que poderiam existir - 934 km
N

São Paulo

10 km
Vacinas dos últimos anos
Vacinas que poderiam ser compradas
Aedes aegypti - transmissor da Dengue / Chicungunya / Zica
Nº de repelente
14.964 casos de 2013 a 2016
1.125 cartelas de Tamiflu
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Foto: Márcio Fernandes | Fonte base conversão: Estadão

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Fonte base conversão: Estadão
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